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[Invocação] Terra Branford

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[Invocação] Terra Branford

Mensagem por KGUMASTER em Sab Jan 23, 2016 7:15 pm

Era manhã de um dia nublado em Miyama Town quando Terra enfim recebeu das freiras do orfanato onde trabalhava, a notícia de que a Igreja finalmente havia encontrado o catalisador perfeito para ela. Isso significava muito para a jovem, pois a participação na lendária Guerra do Santo Graal poderia ser a tão esperada chance de alcançar o autoconhecimento que ela sempre almejou desde que fora acolhida pelo Padre local, quando ela ainda era uma criança que apenas vagava pelo subúrbio da cidade de Fuyuki, sem ter para onde ir, vítima daqueles na Associação dos Magos que só tentavam continuamente se aproveitar do segredo de seu passado que ela própria desconhecia e desconhece até os dias de hoje.

Contudo, Terra hesitava. Mesmo diante de tamanha oportunidade de desvendar tal passado misterioso, ela sabia que o perigo iminente da guerra significaria se afastar das crianças que ela tanto amava, os órfãos que ela havia se voluntariado a cuidar desde que rejeitou a oferta de se tornar uma Executora da Igreja, que visava se aproveitar de seu alto poder mágico e capacidade de detecção de hereges com sua Clarividência. Além disso, havia a inevitável insegurança decorrente de sua própria personalidade instável e o medo incessante daquilo que estaria por vir. Em sua mente, ela sabia que tal desconforto surgira naquele fatídico dia há 2 anos atrás, quando aquelas três estranhas marcas vermelhas em forma de espiral apareceram da noite pro dia em sua mão direita, selando seu rótulo de ''escolhida pelo Graal''.

Desde então, a Igreja viu que não podia ignorar o potencial de Terra, e instruiu ela a grande parte dos assuntos relacionados ao mundo mágico e ao conflito que ocorreria em breve. Em seu coração ela tinha o receio de que estava apenas sendo usada novamente, mas sabia que precisava se agarrar à única esperança de uma vida plena que havia surgido para ela, mesmo que precisasse por sua própria vida em risco. E decidiu que se tivesse que correr esse risco, ninguém inocente deveria ser envolvido. Naquela escura manhã, ela seria convocada pela Igreja, receberia seu catalisador e finalmente daria seu primeiro passo: a invocação do servo.

A instrução que ela recebeu depois disso foi de que deveria ir até um monastério abandonado fora de Fuyuki para a realização do ritual, e que o processo deveria ser realizado em um horário específico da noite. Em suas mãos, ela carregava uma velho saco contendo algum tipo de pelagem negra, cujo animal de origem não foi mencionado quando o entregaram. Chegando ao local, Terra percebeu o quão escura e amedrontadora era a atmosfera daquele lugar, cuja atração mágica era mais forte do que a sua vontade de retroceder. Havia nele uma aura diferente, sombria e atraente ao mesmo tempo, que percorria os corredores da velha construção. Sendo guiada por tal aura através da escuridão do monastério, Terra chega na única sala iluminada do lugar inteiro, percebendo toda a preparação que já tinham previamente realizado para a invocação dela.

A sala era preenchida por velas que queimavam em um fogo azul, cujo brilho contrastava com o vermelho intenso do círculo de invocação traçado com mana no chão. Ao seu redor, haviam diversos objetos estranhos e utensílios debaixo de lençóis brancos, que Terra preferiu ignorar para focar somente no que estava prestes a fazer e nas palavras que ela deveria recitar. Afinal, ela treinou exaustivamente para se certificar de que não cometeria um erro sequer, tamanha a sua insegurança. Enfim era a chegada a hora de colocar seu conhecimento em prática...
Colocando o saco com a pelagem (seu catalisador) no centro do círculo, ela dá início à recitação do ritual:

                       ''Preencha, preencha, preencha, preencha, preencha!
                        Repita cinco vezes.
                        Mas destrua todas quando preenchidas.
                        Uma base de prata e aço.
                        Uma fundação de pedra e o Arquiduque dos Pactos,
                        Meu ancestral, grande mestre Schweinorg.
                        Uma parede para conter o vento em queda
                        Fecham-se os portais das quatro direções
                        Desça da Coroa e siga o caminho bifurcado até o Reino
                        Por este meio, meu desejo há de criar tal corpo
                        e minha espada teu destino.
                        Portanto juro...
                        Eu serei tudo que é bom no mundo eterno.
                        Eu serei aquele que do mundo eterno exime o mal.
                        Ainda que trajando a Grande Trindade, venha a mim pelo círculo da coação
                        Atendendo ao chamado do Graal, tu que aceitas este desejo e razão                                                  
                        Responda!''


Após recitar tais palavras, a figura de um homem de aparência nobre surge no centro do círculo, olha na direção de Terra e a questiona:

          - Diga-me, jovem dama. És tu minha mestre? - o homem dizia enquanto exibia um olhar enigmático

          - V-você é um s-servo, certo?

          - Não é necessário que fique tão nervosa, eu não mordo. E sobre tua pergunta: sim, nesta guerra pelo Graal fui materializado como um servo da classe Rider  

Enquanto se recuperava da surpresa  pelo ritual ter funcionado, Terra analisava o homem em sua frente, vestido como um antigo aristocrata norte-americano, e falhava em relacionar seu elegante  modo de agir e falar com o que é esperado de um servo da classe dele.

        - Bom, se você é um servo, certamente não aparenta. Sequer parece estar pronto para uma guerra...

        - Não deixe que teus olhos lhe enganem, querida . Já que foste tu que me invocaste e pelas tuas palavras, presumo que tenha algum conhecimento sobre a situação atual. Contudo, tua clara incapacidade de identificar quem eu sou e a ausência de confiança em tuas ações denota que não poderias ter feito tudo isto sozinha. Além disto, este local de invocação que usaste.... pertencera à Igreja, não é? Tu deves ser uma peoa deles.

Impressionada pela sagacidade do servo, Terra encontra dificuldades em reagir às colocações do mesmo.

     - Isso que está dizendo são só conjecturas, como pode achar que sabe tanto sobre mim? Meus motivos para lutar são só meus, tenho certeza disso.

     - Hoho, tua convicção é admirável.

     - E aliás, como sabe sobre este monastério?

     - Hmm, dá pra perceber que deixaram de ensinar os detalhes da invocação pra você
.
     - H-huh? - se sentindo extremamente confusa com a repentina e radical mudança no modo de falar do servo, ela se pergunta o que ele está querendo dizer, no final de contas.

      - Surpresa? Pois saiba que nós servos adquirimos conhecimento sobre o mundo moderno no momento que somos invocados, incluindo coisas como o seu dialeto e conhecer lugares como este. Presumo que não tenham te falado a respeito disso por julgarem desnecessário à sua missão. De qualquer forma, tal dialeto é deveras estranho para que eu consiga me acostumar, então permanecerei da maneira como me conheceste.

      - Você continua falando como se soubesse sobre mim.....

     - Isto se deve a 2 razões: teu temperamento pode ser lido com demasiada facilidade. E além disto, em vida conheci muitos como tu. Indivíduos que viviam suas ''vidas'' sem muitas vezes perceberem que estavam apenas subsistindo, sendo explorados até os ossos. É por pessoas assim que decidi lutar.

   Ao perceber a expressão enrijecida  do homem à sua frente, que estava até então relaxado,  Terra consegue enfim perceber qual era a verdadeira natureza dele.

     - E-eu não sou assim, também não é como se eu confiasse totalmente na Igreja - ao terminar sua frase, ela logo se dá conta da reprovação esboçada no rosto de seu servo.

     - Se é assim que pensas, corte logo tua relação com eles. Siga-me na cruzada pela justiça e obtenha o Graal. Eu lhe protegerei.

As palavras e o carisma do servo atingem Terra de uma maneira que ela não consegue colocar em palavras, podendo apenas aceitar o que é dito.

     - Então... posso confiar em você?

     - Certamente. Basta somente que nos movamos logo, diga para onde devemos ir e estaremos lá mais rápido do que imaginas.

     - Iremos para um hotel em Shinto, tudo já está previamente reservado. Irei lhe mostrar a cidade em breve. Só que antes disso, acho que... err... deveríamos dizer nossos nomes, não? Eu me chamo Terra. Terra Branford..

      - Muito bem então, Terra. Por enquanto tu podes me chamar apenas de Diego.
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KGUMASTER

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